quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Seca no sertão

A paisagem no sertão está cada vez mais modificando. Na região entre Jurú e Tavares na Paraíba, os produtores já estão sentindo dificuldades de encontrar água para o gado. Veja nestas imagens obtidas no dia 21/09/10.
A pouca água neste reservatório é pura lama.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

60 Anos de Televisão no Brasil

A televisão brasileira completou no último sábado dia 18/09/10, sessenta anos de seu início, graças à ousadia e teimosia de um paraibano. Assim como outro paraibano, Geraldo Vandré, que diz "Quem sabe faz a hora, não espera acontecer", Chateaubriand desafiou os técnicos encomendados para avialiarem as condições de instalação de uma TV no Brasil, e iniciou um dos maiores desafios da comunicação mundial. Na barra de vídeo ao lado, voces podem ver parte de um documentário apresentado pela Rede Globo de Televisão, quando da sua comemoração pelos 35 anos. A narração é do jornalista Pedro Bial. Parabéns!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Festa de N. Sra. da Guia 2010

A festa de Nossa Senhora da Guia de 2010, começou nesta terça-feira, 14 de Setembro com uma carreata saindo da igreja de São Pedro no bairro do Jatobá, percorrendo todas as paróquias de Patos até a Catedral, onde aconteceu o hasteamento da Bandeira da festa. Milhares de fiéis acompanharam a carreata e cantaram o hino durante todo o percurso. O Padre José Ronaldo, pároco da Catedral, presidiu a cerimônia. Devido a quantidade de imagens coletadas por nossa equipe, ultrapassar o limite permitido pelo Blog, estamos disponibilizando um resumo através do link www.youtube.com.br/marcelotvpb

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Desespero

Este vídeo foi enviado por um colaborador e mostra uma cena muito forte. Não há muito o que dizer sobre o fato, devido a falta de diálogo entre as pessoas. São cenas fortes.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O Reconhecimento

Prêmio não é Global 02/06/2010 13:06

TV Globo reconhece profissionalismo com demissão no fim da jornada

* Hudson Brandão

Auge do período discricionário. Os anos sombrios do general-presidente gaúcho Emílio Garrastazu Médici. Imprensa amordaçada, Congresso do amém, instituições reprimidas, jovens estudantes e líderes operários desaparecendo, políticos comprometidos sendo cassados. Mais que o poder dos tiranos e do medo, o poder da tortura e do arbítrio. Mais do que o medo, quase o soterramento da cidadania não fosse a resistência.Foi neste ambiente desumano e politicamente hostil que um jovem da periferia leste de Belo Horizonte procurou ser jornalista, encantado com a profissão. Não era formado nem precisava, pois sequer havia escolas. Tampouco a profissão era regulamentada, o que vergonhosamente veio a ocorrer com a Junta Militar de 1969. A pia batismal para o iniciante foi a encantada TV Globo, nova na cidade e longe de ser a Vênus Platinada que ainda se pintava. Era 1973 e o jovem foi contratado como auxiliar de cinegrafista.Milton Alves Gouvea era esse jovem. Aprendeu a cobrir os atos da ditadura dentro de uma extensão da própria, a TV Globo, emissora que amou o regime desde sua primeira hora e manteve o matrimônio até o início da redemocratização, quando as massas populares passaram a odiá-la e carros de reportagem foram apedrejados. Miltinho, como se tornou conhecido no meio jornalístico, foi chefe e subordinado. Foi fiel às suas funções e responsabilidades. Está tudo no passado como se ele estivesse morto fisicamente. Mas está vivo e saudável. Seu crime: confiar na palavra de um superior.O que é pior, segundo Milton, foi acreditar que 35 anos de casa poderia ser moeda valorizada na conversa mantida com o diretor-regional, o gaúcho Marcelo Matte. Ao contrário dos homens dos Pampas que se orgulhavam da palavra empenhada nas rodadas de chimarrão, Matte, com dois tês visto não ser a erva, rompeu o compromisso. O que prometeu a Miltinho foi esquecido, embora a carta que selava o pedido de transferência para o estúdio registre o fato de a ele tal ter sido confidenciado.Profissional – A vida deste repórter-cinematográfico, Registro Profissional 2138, tem como maior referência a sua competência. O ano de 1973 é referência interna da Globo pela estreia do “Fantástico”, que ainda sobrevive mesmo com baixo Ibope. Em duas semanas, o recém-contratado foi para o Rio de Janeiro a fim de integrar a equipe que faria três matérias especiais para o referido programa em São João del-Rei.O batismo contra o medo foi na cobertura da visita do general-presidente a Itajubá, no Sul, para inaugurar a Escola de Engenharia. O empurra-empurra dos seguranças, o chiqueirinho, as estradas e ruas tomadas pelos homens do Exército e das chamadas forças irmãs, as polícias Militar e Civil, armados até os dentes deram ao companheiro o tempero do que a profissão lhe reservaria, culminando, conforme seu relato a mim, na ação final de uma administradora a lembrar os tempos feios do arbítrio.O profissional construiu a carreira entre idas e vindas ao Rio, a São Paulo, ao interior de Minas e ao exterior. Em 1976, foi promovido a repórter-cinematográfico. Foram transferências esporádicas para coberturas de peso. Matérias para o programa principal da Globo naqueles anos, o Fantástico, Jornal Nacional, para o factual, a política e o esporte da emissora local e da rede, como a produção de matérias geradas do Rio sobre as Olimpíadas de Seul, a pauta na Guiana Francesa, quando se tornou o primeiro profissional da TV Globo Minas a cruzar a fronteira. Coberturas de presidentes, políticos, da visita do Papa João Paulo II, da seleção brasileira de futebol e clássicos.Esse profissional sempre foi elogiado pelos seus superiores na TV e querido entre os companheiros do dia-a-dia, como eu, repórter político da Folha de S. Paulo. Mas eram outros os tempos, ainda que sombrios. Demissão de jornalista era pedida por milicos e políticos corruptos. O que ora acontece é a melancolia dos atos sombrios do conterrâneo de Médici na quebra da palavra empenhada e de uma destemperada chefa de RH. Feio, muito feio, pois a senhora Agda Feio sequer levou em conta as avaliações médicas, que comprovaram o comprometimento físico de quem ao longo de 35 anos carregou equipamentos pesados para proporcionar a imagem exclusiva ou mesmo a do corriqueiro, seja nos veículos da empresa, nos helicópteros, no corre-corre da cidade, nas batidas nas favelas ou no escalar das montanhas mineiras para divulgar o turismo.A doença, detectada em 98 pelo médico Ascânio Barros, da TV, valeu-lhe uma cirurgia complexa neste, mudando sua estrutura física com a inclusão de quatro parafusos e duas hastes na coluna. Mas essa dor física não se aproxima da dor moral de ser ameaçado de expulsão do local de trabalho como se fosse marginal. Dor que aumenta por não poder registrar seu agradecimento aos companheiros de décadas na construção da obra do jornalista Roberto Marinho, que era tido como humano e companheiro de fato.Miltinho já estava aposentado, mas por não querer o ócio e valendo-se de um direito trabalhista continuou a trabalhar. O que pediu à direção regional da Globo foi trabalhar no estúdio, onde poderia estar difundindo experiências passadas para futuros profissionais. Isso lhe foi prometido pela direção e repentinamente esquecido. Milton, como tantos de nós, entregou sua vida à empresa, sequer vendo os filhos Pedro e Rafaela crescerem, como lamenta junto com a companheira Bia. Mas eles, certamente, sentirão por algum tempo a dor moral do velho guerreiro.Ao me pedir este depoimento como jornalista que o acompanhou apenas nas coberturas externas, como concorrentes, eu era de jornal e ele da televisão e depois na luta TV x TV, ele na Globo e eu na Alterosa, Miltinho se abriu para mim. O que ele disse para mim é verdadeiro, não carecendo de forma alguma que tenha de ouvir o outro lado.Esse é depoimento, não reportagem. Aqui falou o companheiro de coberturas complexas e difíceis, extenuantes. Neste minifúndio falei eu, também repórter, ainda que velho.

* Jornalista – 16/05/2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Propagandas Premiadas ll

Outro comercial premiado foi este da Nike, produzido por uma agência holandesa e homenageia a Seleção Brasileira de Futebol.

Propagandas Premiadas

Nos anos 90, o Festival de Cannes premiou vários comerciais no fino da propaganda mundial. Um dos destaques foi esta da Play Station que surpreendeu os jurados, tamanha a ousadia.